Estou aprendendo muito. Ponto. Mais do que poderia sequer um dia imaginar. Ponto.
(...)
Estou aprendendo de maneira forçada, mas nada que seja tão dificil ou desagradável. Por um lado, é bom.
Vivo numa casa que não é minha. Nada daqui é meu. Só a meia dúzia de roupas amassadas. Vivo na vida de outras pessoas. Pessoas que por mais queridas, são totalmente diferentes. Costumes e modos diferentes. Valores. Parece que fui criada num mundo diferente e essa história , ninguém ainda me contou.
Aqui aprendo a lidar com meu mau humor instantâneo. Aprendo a me calar. Aprendo a controlar minhas críticas. Aprendo a aceitar. Bom ou ruim, certo ou errado, vontades, é melhor deixar tudo na gaveta de calcinhas.
Se não fosse pelas pessoas em volta e pela boa educaçãoque minha querida mamãe me deu, com certeza eu ja tinha estourado os miolos! Delas que fique bem claro. Sim, as vezes bate uma revolta. Pois é, também sou humana. Que isso também fique bem claro.
De certa forma, dependo de tudo isso aqui. Não é uma questão de 'interesses', desses que a gente fala e gesticula 'entre aspas' , mas rola sim uma dependência. Não que eu quisesse e sonhasse que fosse assim. Tá que ultimamente eu não posso querer muita coisa, alias, quase nada. Mas não queria nada disso. O meu sonho era 'cor-de-rosa' com final de conto de fadas do tipo : 'e assim viveram felizes para sempre'. Tá, o meu 'felizes' seria entre aspas, e o meu 'sempre', nem seria tão para sempre assim. Mas só hoje eu me dei conta disso.
As situações, a 'vida' está fazendo com que eu me adapte a uma nova realidade. E eu acho isso 'bom'!! É dificil, cansativo, enche meus culhões, mas é muito bom! Me traz experiências jamais pensadas!
(**Hoje, anos mais tarde, não consigo imaginar onde eu estava e como andava para ser tão 'exclamativa')
As palavras e opiniôes mudam a todo tempo. Passou e já era. E vai e continua passando. E mudando. E cada vez mais, tudo isso vai me surpreendendo.
A cada dia, um é sempre diferente do outro. Os sentimentos são mais amenos ou mais fortes. O auto controle é sempre moldado e o silêncio é cada vez mais quieto. E intrigante.
abril 10, 2005
A história do Swatch
Foi assim, ou mais ou menos assim:
Ele comprou um swatch fodão. Dai, ele trocou-o com um amigo por um cd. Dai o amigo apaixonado deu o swatch fodão para a namorada. A namorada ficou com o swatch. Mas dai os namorados brigaram. A namorada devolveu o swatch. E o namorado em fúria deu denovo o swatch. Deu para um mendigo que ficava na porta de um bar em especial. Ao ficar sabendo, a namorada raivosa pegou o swatch do mendigo de volta! E ela ia joga-lo fora. Sabendo do vai-e-vem, o primeiro dono do swatch, 'ele, pediu: 'da ele pra mim então!', e ela o deu. Até eu chegar na história-rolo. Dai, eu cheguei e me apaixonei por 'ele', que me deu o swatch. E que esta comigo até hoje, uns 04 anos depois.
Fim.
Ele comprou um swatch fodão. Dai, ele trocou-o com um amigo por um cd. Dai o amigo apaixonado deu o swatch fodão para a namorada. A namorada ficou com o swatch. Mas dai os namorados brigaram. A namorada devolveu o swatch. E o namorado em fúria deu denovo o swatch. Deu para um mendigo que ficava na porta de um bar em especial. Ao ficar sabendo, a namorada raivosa pegou o swatch do mendigo de volta! E ela ia joga-lo fora. Sabendo do vai-e-vem, o primeiro dono do swatch, 'ele, pediu: 'da ele pra mim então!', e ela o deu. Até eu chegar na história-rolo. Dai, eu cheguei e me apaixonei por 'ele', que me deu o swatch. E que esta comigo até hoje, uns 04 anos depois.
Fim.
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